CONTEXTUALIZANDO A MUDANÇA DA TEORIA À PRÁTICA
O foco principal
consiste em agregar o novo, sem descartar o que deu certo nas antigas formas de
ensinar e trabalhar.
Outro fator
imprescindível, é o ato de planejar e ser flexível a todo momento, fator este que
já pontuei em outras atividades aqui realizadas por mim. Afinal, intempéries
ocorrem a todo momento, e principalmente no que diz respeito ao ato de ensinar
e aprender e com a tecnologia como aliada, novas ideias surgem ao longo do
caminho.
Algo no qual o Pedro
Demo tão bem elucidou, é com relação é a formação do professor e alunos
pesquisadores. Com a ânsia de aprender e querer trilhar por novas descobertas,
faz com que deixemos de lado a maneira, na maioria das vezes, engessada de o
professor “detém” o conhecimento e o aluno só o ouve, como mera ‘instrução’. O
voo tem que ser alçado e de forma gradativa, porém, com alturas cada vez
maiores. Portanto, cabe a cada um de nós, profissionais da área da educação,
apontar os caminhos para que os alunos realizem por si, o que conseguem e o que necessitem de orientação ou
complemento, chegar até nós. Por exemplo, viso demonstrar de forma clara e
objetiva, que se o aluno também se prepara para a aula, tudo fica mais
dinâmico e construtivo. Que se realizarem consultas em livros e internet, podem
trazer novos olhares a respeito do tema abordado, novos questionamento, que
consequentemente nos levarão a novas e grandes descobertas. Mas essa é uma ação
em conjunto. Caso contrário, vira a aula monólogo. E com os avanços,
principalmente tecnológicos, o acesso as informações são muito facilitadas.
Então, o melhor é aprender a fazer delas, bom uso.
E esse direcionamento,
se faz urgente, hoje, agora, já!
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